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AGO
25
25 AGO 2021
Zoonoses realiza programa de prevenção contra leishmaniose visceral canina
Neste mês foram coletadas amostras de sangue de cães para o exame de diagnóstico da doença no bairro Santa Márcia

A Prefeitura de Votorantim, por meio da Zoonoses, está realizando um programa de prevenção contra a leishmaniose visceral canina (LVC). O trabalho é permanente e consiste no monitoramento e orientação da doença, a fim de evitar novos casos em humanos.

Nos dias 17 e 19 de agosto, os agentes da Zoonoses participaram de um treinamento teórico e prático aplicado pela Superintendência de Controle de Endemias (Sucen). O objetivo foi desenvolver um trabalho de identificação de imóveis com indicadores de risco para a transmissão da LVC na cidade.  

Ainda nesse mês foram coletadas amostras de sangue em cães do bairro Santa Márcia, após autorização e permissão dos tutores. O material foi usado para exame de diagnóstico da LVC, com o objetivo de monitorar o aumento de casos na região.

Neste ano, a Zoonoses registrou 107 casos suspeitos de LVC. Desse total, 39 foram confirmados. 

O bairro Santa Márcia possui sete casos confirmados de LVC. Segundo a Zoonoses, é uma das regiões com o maior número de notificações de cães infectados com a doença em 2021.

Assim como no Santa Márcia, a Zoonoses também planeja executar o programa no Parque Bela Vista, nos meses de setembro e novembro. Atualmente, o bairro está com oito casos confirmados.

A Zoonoses explica que a doença é transmitida ao homem e aos animais somente através da picada do inseto infectado pela Leishmania (L.) chagasi, chamado popularmente de “mosquito palha”. Os cachorros são descritos como o principal reservatório da doença, pois são mais expostos à infecção e possuem uma relação mais próxima com os seres humanos. 

Vale lembrar que não existe uma única forma de prevenção dessa doença. É necessário um conjunto de medidas para combater a leishmaniose visceral canina.

Formas de prevenção 

- Realização de manejo ambiental, visando a modificação ou eliminação de criadouros que possam favorecer a proliferação do mosquito através da retirada de material orgânico do ambiente, pois os ovos do “mosquito palha” são depositados em locais sombreados e que tenham lixo, fezes de animais ou material vegetal em decomposição;

- Uso de coleiras com efeito inseticida e repelente nos cães, específica para o controle desta doença;

- Implantação de telas com tramas de no máximo 1 mm em portas e janelas;

- Evitar passeios noturnos com os cães, pois o mosquito apresenta maior atividade ao anoitecer.

Legislação

A presença de porcos, galinhas, cavalos, bovinos e caprinos na zona urbana, próximos às habitações humanas, é um fator de risco para a aquisição de leishmaniose visceral humana e canina. Esse cenário possibilita um aumento do número dos insetos transmissores (flebótomos), pois se alimentam do sangue desses animais, podendo vir a alimentarem-se também de sangue humano e de cães. 

Além disso, a matéria orgânica originada (fezes) é um terreno propício para que os insetos transmissores (flebótomos) depositem seus ovos. Dessa forma, eles mantêm seu ciclo de vida.

Uma Lei Municipal 1.903 de 27 de setembro de 2006 proíbe criar, manter ou tratar animais de produção de ovos em regime domiciliar que produzam mau cheiro ou perturbem o sossego diurno ou noturno em Votorantim. Desde que provoquem incômodo e tornem-se inconvenientes ao bem estar da vizinhança.

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